sábado, 16 de maio de 2015

Marquem na agenda (do celular pra fazer pi pi pi pi pi.... cabeçudinhos)

FUVEST 
Inscrições 21 de agosto a 09 de Setembro
1° Fase 29 de Novembro
2° Fase 10 a 12 de Janeiro
_______________________________________________
UNESP
Inscrições 14 de Setembro a 13 de Outubro
1° Fase 15 de Novembro
2° Fase 13 e 14 de Dezembro
_______________________________________________
UNICAMP
Inscrições 03 de Agosto a 03 de Setembro
1° Fase 22 de Novembro
2° Fase 17 a 19 de Janeiro
_______________________________________________
ENEM
Inscrições 25 de maio a 05 de Junho
1° Fase 24 de Outubro
2° Fase 25 de Outubro
_______________________________________________
Obs: A taxa de inscrição do Enem de 35,00 para 63,00 reais.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

A vacinação contra HPV é segura?

Crédito: Shutterstock

por Maria Helena Vilela, diretora executiva do Instituto Kaplan onde coordena a área de Educação Sexual
Eu fiquei muito preocupada quando ouvi a notícia sobre as alunas da escola de Bertioga que foram internadas no hospital por causa de sintomas como a perda de movimentos e sensibilidade das pernas causados, supostamente, pela vacina contra o HPV.
Para quem ainda não sabe, desde março, a vacina contra o HPV passou a ser distribuída gratuitamente pelo SUS para meninas entre 11 e 13 anos e a segunda fase da campanha começou no dia 1o de setembro. Obviamente, minha primeira reação ao saber do acontecido foi querer saber sobre as meninas.   Mas, depois,  o impacto que uma notícia como essa pode causar na população ocupou os meus pensamentos como educadora sexual. Fui saber o que as pessoas estavam pensando.
Não deu outra! Como diz o ditado, notícia ruim chega logo. São inúmeros os sites, blogs e canais de notícias que divulgaram o acontecido, e os comentários são exatamente aqueles que eu suspeitava: “e agora, devo vacinar minha filha?”
As escolas serão bastante questionadas por muitos pais até que se esclareça de fato o que aconteceu com a essas garotas. Procurei me assessorar com médicos ginecologistas, neurologistas e imunologistas, e todos foram unânimes: não há nenhum motivo para pânico ou medo de vacinar as meninas.
Segundo a Folha de S. Paulo, a Secretaria Estadual de Saúde está acompanhando de perto os casos das 11 jovens e já descartou qualquer problema com o lote de vacinas utilizado em Bertioga. De acordo com a responsável pelo setor de Imunizações da Secretaria, Helena Sato, a vacinação contra o HPV vai continuar em todo o estado. Ela disse que não há nenhuma associação dos sintomas apresentados pelas adolescentes de Bertioga com a aplicação da vacina, uma vez que o mesmo lote, composto por 320 mil doses, vem sendo aplicado desde o início do mês em estudantes de todo o estado de São Paulo.
O suporte do educador
Quando se fala na prevenção de doenças como hipertensão ou diabetes, as pessoas conversam, buscam informações, trocam receitas de comidas saudáveis, dão dicas de formas de se exercitarem etc. Mas quando a doença está ligada ao sexo, geralmente não há diálogo, há julgamento. A vacinação gratuita contra HPV é uma grande conquista e é triste vê-la posta em risco.
A aids, por exemplo, foi descoberta nos anos 80 e até hoje há quem julgue que ensinar os jovens a se prevenir contra essa doença incurável é incentivá-los a ter relações sexuais. Isso é negar o benefício da informação. O conhecimento é uma das maiores virtudes para evitar os riscos a que todos nós estamos sujeitos na vida sexual. Ah! Como eu ficarei feliz no dia em que me defrontar com amigos trocando receitas de como colocar a camisinha de um jeito mais prazeroso ou dando dicas de práticas sexuais que evitam a possibilidade de infecção… Imaginem que atitude saudável a família dar camisinhas de lembrancinha do aniversário!!! Uma verdadeira festa para os meus olhos!
A vacina contra o HPV está por um triz de cair no conceito popular como algo nocivo. Nós, educadores, temos a obrigação de não deixar que isso aconteça! Como disse, a vacina contra o HPV (papiloma vírus humano) foi uma grande conquista para a prevenção dessa doença, que é uma das principais responsáveis pelos casos de câncer de colo do útero, um tumor frequente na população feminina e a segunda causa de morte de mulheres por câncer no Brasil.
Conseguimos incluir a vacina no calendário nacional de imunizações, mas é preciso continuar falando sobre ela. Não ignore o assunto em sua escola, ao contrário! Converse com os pais e com seus alunos. Traga o tema à tona, perguntando suas opiniões e esclarecendo as dúvidas que aparecerem.
Em outros posts desse blog, trago informações sobre a vacina e formas de abordá-la em sala de aula e com os pais. Dê uma olhada! Eles podem lhe ajudar a introduzir e trabalhar o tema em sua escola:
Como educadores, é nosso papel tranquilizar os pais e as alunas sobre a vacinação!
Conte aqui no Blog Direto ao Ponto sobre a aceitação da vacina em sua escola.

Fonte: http://revistaescola.abril.com.br/blogs/educacao-sexual/2014/09/11/e-agora-a-vacinacao-de-hpv-deve-continuar/

sexta-feira, 22 de agosto de 2014

O perfeito idiota brasileiro

727
Por Adriano Silva
Ele não faz trabalhos domésticos. Não tem gosto nem respeito por trabalhos manuais. Se puder, atrapalha o trabalho de quem pega no pesado. Trata-se de uma tradição lusitana, ibérica, que vem sendo reproduzida aqui na colônia desde os tempos em que os negros carregavam em barris, nas costas, a toilete dos seus proprietários, e eram chamados de “tigres” – porque os excrementos lhes caíam sobre as costas, formando listras. O Perfeito Idiota Brasileiro, ou PIB, também não ajuda em casa por influência da mamãe, que nunca deixou que ele participasse das tarefas – nem mesmo por ou tirar uma mesa, nem mesmo arrumar a própria cama. Ele atira suas coisas pela casa, no chão, em qualquer lugar, e as deixa lá, pelo caminho. Não é com ele. Ele foi criado irresponsável e inconsequente. É o tipo de cara que pede um copo d’água deitado no sofá. E não faz nenhuma questão de mudar. O PIB é um especialista em não fazer, em fazer de conta, em empurrar com a barriga, em se fazer de morto. Ele sabe que alguém fará por ele. Então ele se desenvolveu um sujeito preguiçoso. Folgado. Que se escora nos outros, não reconhece obrigações e que adora levar vantagem. Esse é o seu esporte predileto – transformar quem o cerca em seus otários particulares.
O perfeito idiota brasileiro
Uso indevido de vaga de deficientes em shopping.
O tempo do Perfeito Idiota Brasileiro vale mais que o das demais pessoas. É a mãe que fura a fila de carros no colégio dos filhos. É a moça que estaciona em vaga para deficientes ou para idosos no shopping. É o casal que atrasa uma hora num jantar com os amigos. A lei e as regras só valem para os outros. O PIB não aceita restrições. Para ele, só privilégios e prerrogativas. Um direito divino – porque ele é melhor que todos os outros. É um adepto do vale tudo social, do cada um por si e do seja o que Deus quiser. Só tem olhos para o próprio umbigo e os únicos interesses válidos são os seus.
O PIB é o parâmetro de tudo. Quanto mais alguém for diferente dele, mais errado esse alguém estará. Ele tem preconceito contra pretos, pardos, pobres, nordestinos, baixos, gordos, gente do interior, gente que mora longe. E ele é sexista para caramba. Mesma lógica: quem não é da sua tribo, do seu quintal, é torto. E às vezes até quem é da tribo entra na moenda dos seus pré-julgamentos e da sua maledicência. A discriminação também é um jeito de você se tornar externo, e oposto, a um padrão que reconhece em si, mas de que não gosta. É quando o narigudo se insurge contra narizes grandes. O PIB adora isso.
O PIB anda de metrô. Em Paris. Ou em Manhattan. Até em Buenos Aires ele encara. Aqui, nem a pau. Melhor uma hora de trânsito e R$ 25 de estacionamento do que 15 minutos com a galera no vagão. É que o Perfeito Idiota tem um medo bizarro de parecer pobre. E o modo mais direto de não parecer pobre é evitar ambientes em que ele possa ser confundido com um despossuído qualquer. Daí a fobia do PIB por qualquer forma de transporte coletivo.
Outro modo de nunca parecer pobre é pagar caro. O PIB adora pagar caro. Faz questão. Não apenas porque, para ele, caro é sinônimo de bom. Mas, principalmente, porque caro é sinônimo de “cheguei lá” e “eu posso”. O sujeito acha que reclamar dos preços, ou discuti-los, ou pechinchar, ou buscar ofertas, é coisa de pobre. E exibe marcas como penduricalhos numa árvore de natal. É assim que se mostra para os outros. Se pudesse, deixaria as etiquetas presas ao que veste e carrega. O PIB compra para se afirmar. Essa é a sua religião. E ele não se importa em ficar no vermelho – preocupação com ter as contas em dia, afinal é coisa de pobre.
O PIB é cleptomaníaco. Sua obsessão por ter, e sua mania de locupletação material, lhe fazem roubar roupão de hotel e garrafinha de bebida do avião e amostra grátis de perfume em loja de departamento. Ele pega qualquer produto que esteja sendo ofertado numa degustação no supermercado. Mesmo que não goste daquilo. O PIB gosta de pagar caro, mas ama uma boca-livre.
E o PIB detesta ler. Então este texto é inútil, já que dificilmente chegará às mãos de um Perfeito Idiota Brasileiro legítimo, certo? Errado. Qualquer um de nós corre o risco de se comportar assim. O Perfeito Idiota é muito mais um software do que um hardware, muito mais um sistema ético do que um determinado grupo de pessoas.
Um sistema ético que, infelizmente, virou a cara do Brasil. Ele está na atitude da magistrada que bloqueou, no bairro do Humaitá, no Rio, um trecho de calçada em frente à sua casa, para poder manobrar o carro. Ele está no uso descarado dos acostamentos nas estradas. E está, principalmente, na luz amarela do semáforo. No Brasil, ela é um sinal para avançar, que ainda dá tempo – enquanto no Japão, por exemplo, é um sinal para parar, que não dá mais tempo. Nada traduz melhor nossa sanha por avançar sobre o outro, sobre o espaço do outro, sobre o tempo do outro. Parar no amarelo significaria oferecer a sua contribuição individual em nome da coletividade. E isso o PIB prefere morrer antes de fazer.
Na verdade, basta um teste simples para identificar outras atitudes que definem o PIB: liste as coisas que você teria que fazer se saísse do Brasil hoje para morar em Berlim ou em Toronto ou em Sidney. Lavar a própria roupa, arrumar a própria casa. Usar o transporte público. Respeitar a faixa de pedestres, tanto a pé quanto atrás de um volante. Esperar a sua vez. Compreender que as leis são feitas para todos, inclusive para você. Aceitar que todos os cidadãos têm os mesmos direitos e os mesmo deveres – não há cidadãos de primeira classe e excluídos. Não oferecer mimos que possam ser confundidos com propina. Não manter um caixa dois que lhe permita burlar o fisco. Entender que a coisa pública é de todos – e não uma terra de ninguém à sua disposição para fincar o garfo. Ser honesto, ser justo, não atrasar mais do que gostaria que atrasassem com você. Se algum desses códigos sociais lhe parecer alienígena em algum momento, cuidado: você pode estar contaminado pelo vírus do PIB. Reaja, porque enquanto não erradicarmos esse mal nunca vamos ser uma sociedade para valer.
Fonte: Revista SUPERINTERESSANTE – Edição 335 – Julho/2014 – Pg. 24-25. Edição impressa.

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Carl Sagan - Uma maneira de pensar

Perfil municipal de Ibaté, SP segundo o Atlas de Desenvolvimento Humano 2013



Caracterização do território

Área
290,43 km²
IDHM 2010
0,703
Faixa do IDHM
Alto (IDHM entre 0,7 e 0,799)
População (Censo 2010)
30734 hab.
Densidade demográfica
105,79 hab/km²
Ano de instalação
1953
Microrregião
São Carlos
Mesorregião
Araraquara
IDHM
RendaLongevidadeEducação1991200020101991Longevidade:0,719
IDHM
0,442
0,616
0,703
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Componentes
O Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM) de Ibaté é 0,703, em 2010. O município está situado na faixa de Desenvolvimento Humano Alto (IDHM entre 0,7 e 0,799). Entre 2000 e 2010, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,167), seguida por Longevidade e por Renda. Entre 1991 e 2000, a dimensão que mais cresceu em termos absolutos foi Educação (com crescimento de 0,267), seguida por Longevidade e por Renda.
Índice de Desenvolvimento Humano Municipal e seus componentes - Ibaté - SP
IDHM e componentes199120002010
IDHM Educação0,1930,4600,627
% de 18 anos ou mais com ensino fundamental completo15,7930,4148,33
% de 5 a 6 anos na escola25,5261,0592,45
% de 11 a 13 anos nos anos finais do fundamental ou com fundamental completo34,1278,0387,71
% de 15 a 17 anos com fundamental completo20,7660,5566,66
% de 18 a 20 anos com médio completo5,1226,3439,14
IDHM Longevidade0,7190,7730,814
Esperança de vida ao nascer (em anos)68,1171,3973,81
IDHM Renda0,6220,6580,681
Renda per capita382,63479,61552,79
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Evolução
Entre 2000 e 2010
O IDHM passou de 0,616 em 2000 para 0,703 em 2010 - uma taxa de crescimento de 14,12%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 22,66% entre 2000 e 2010.
Entre 1991 e 2000
O IDHM passou de 0,442 em 1991 para 0,616 em 2000 - uma taxa de crescimento de 39,37%. O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 31,18% entre 1991 e 2000.
Entre 1991 e 2010
Ibaté teve um incremento no seu IDHM de 59,05% nas últimas duas décadas, acima da média de crescimento nacional (47%) e acima da média de crescimento estadual (35%). O hiato de desenvolvimento humano, ou seja, a distância entre o IDHM do município e o limite máximo do índice, que é 1, foi reduzido em 46,77% entre 1991 e 2010.
Evolução do IDHM - Ibaté - SPIbatéMaior (IDHM)Menor (IDHM)Média do BrasilMédia doEstado: SãoPaulo1990200020100,00,10,20,30,40,50,60,70,80,91,0
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Taxa de CrescimentoHiato de Desenvolvimento
Entre 1991 e 2000+ 39,37%+ 31,18%
Entre 2000 e 2010+ 14,12%+ 22,66%
Entre 1991 e 2010+ 59,05%+ 46,77%
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Ranking
Ibaté ocupa a 1811ª posição, em 2010, em relação aos 5.565 municípios do Brasil, sendo que 1810 (32,52%) municípios estão em situação melhor e 3.755 (67,48%) municípios estão em situação igual ou pior. Em relação aos 645 outros municípios de São Paulo, Ibaté ocupa a 565ª posição, sendo que 564 (87,44%) municípios estão em situação melhor e 81 (12,56%) municípios estão em situação pior ou igual.
Demografia e Saúde
População
Entre 2000 e 2010, a população de Ibaté teve uma taxa média de crescimento anual de 1,51%. Na década anterior, de 1991 a 2000, a taxa média de crescimento anual foi de 3,85%. No Estado, estas taxas foram de 1,01% entre 2000 e 2010 e 1,02% entre 1991 e 2000. No país, foram de 1,01% entre 2000 e 2010 e 1,02% entre 1991 e 2000. Nas últimas duas décadas, a taxa de urbanização cresceu 10,31%.
População Total, por Gênero, Rural/Urbana e Taxa de Urbanização - Ibaté - SP
PopulaçãoPopulação (1991)% do Total (1991)População (2000)% do Total (2000)População (2010)% do Total (2010)
População total18.827100,0026.462100,0030.734100,00
População residente masculina9.61351,0613.43250,7615.81451,45
População residente feminina9.21448,9413.03049,2414.92048,55
População urbana16.38787,0425.11294,9029.50896,01
População rural2.44012,961.3505,101.2263,99
Taxa de Urbanização-87,04-94,90-96,01
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Estrutura Etária
Entre 2000 e 2010, a razão de dependência de Ibaté passou de 54,11% para 42,66% e a taxa de envelhecimento evoluiu de 4,83% para 5,97%. Entre 1991 e 2000, a razão de dependência foi de 63,70% para 54,11%, enquanto a taxa de envelhecimento evoluiu de 4,00% para 4,83%.

O que é razão de
dependência?

Percentual da população
de menos de 15 anos e
da população de 65 anos
e mais (população
dependente) em relação
à população de 15
a 64 anos (população
potencialmente ativa).
O que é taxa de
envelhecimento?

Razão entre a população
de 65 anos ou mais
de idade em relação
à população total.
Estrutura Etária da População - Ibaté - SP
Estrutura EtáriaPopulação (1991)% do Total (1991)População (2000)% do Total (2000)População (2010)% do Total (2010)
Menos de 15 anos6.57234,918.01230,287.35523,93
15 a 64 anos11.50161,0917.17164,8921.54470,10
População de 65 anos ou mais7544,001.2794,831.8355,97
Razão de dependência63,700,3454,110,2042,660,14
Taxa de envelhecimento-4,00-4,83-5,97
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
1991
Pirâmide etária - Ibaté - SP
Distribuição por Sexo, segundo os grupos de idade
HomensMulheres10505100 a 45 a 910 a 1415 a 1920 a 2425 a 2930 a 3435 a 3940 a 4445 a 4950 a 5455 a 5960 a 6465 a 6970 a 7475 a 7980 e +
2000
Pirâmide etária - Ibaté - SP
Distribuição por Sexo, segundo os grupos de idade
HomensMulheres10505100 a 45 a 910 a 1415 a 1920 a 2425 a 2930 a 3435 a 3940 a 4445 a 4950 a 5455 a 5960 a 6465 a 6970 a 7475 a 7980 e +
2010
Pirâmide etária - Ibaté - SP
Distribuição por Sexo, segundo os grupos de idade
HomensMulheres10505100 a 45 a 910 a 1415 a 1920 a 2425 a 2930 a 3435 a 3940 a 4445 a 4950 a 5455 a 5960 a 6465 a 6970 a 7475 a 7980 e +





Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Longevidade, mortalidade e fecundidade
A mortalidade infantil (mortalidade de crianças com menos de um ano) em Ibaté reduziu 20%, passando de 20,8 por mil nascidos vivos em 2000 para 16,6 por mil nascidos vivos em 2010. Segundo os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, a mortalidade infantil para o Brasil deve estar abaixo de 17,9 óbitos por mil em 2015. Em 2010, as taxas de mortalidade infantil do estado e do país eram 13,9 e 16,7 por mil nascidos vivos, respectivamente.
Longevidade, Mortalidade e Fecundidade - Ibaté - SP
199120002010
Esperança de vida ao nascer (em anos)68,171,473,8
Mortalidade até 1 ano de idade (por mil nascidos vivos)28,020,816,6
Mortalidade até 5 anos de idade (por mil nascidos vivos)31,724,219,2
Taxa de fecundidade total (filhos por mulher)3,42,71,9
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
A esperança de vida ao nascer é o indicador utilizado para compor a dimensão Longevidade do Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM). Em Ibaté, a esperança de vida ao nascer aumentou 5,7 anos nas últimas duas décadas, passando de 68,1 anos em 1991 para 71,4 anos em 2000, e para 73,8 anos em 2010. Em 2010, a esperança de vida ao nascer média para o estado é de 75,7 anos e, para o país, de 73,9 anos.
Educação
Crianças e Jovens

A proporção de crianças e jovens frequentando ou tendo completado determinados ciclos indica a situação da educação entre a população em idade escolar do município e compõe o IDHM Educação.

No período de 2000 a 2010, a proporção de crianças de 5 a 6 anos na escola cresceu 51,43% e no de período 1991 e 2000, 139,22%. A proporção de crianças de 11 a 13 anos frequentando os anos finais do ensino fundamental cresceu 12,41% entre 2000 e 2010 e 128,69% entre 1991 e 2000.

A proporção de jovens entre 15 e 17 anos com ensino fundamental completo cresceu 10,09% no período de 2000 a 2010 e 191,67% no período de 1991 a 2000. E a proporção de jovens entre 18 e 20 anos com ensino médio completo cresceu 48,60% entre 2000 e 2010 e 414,45% entre 1991 e 2000.
Fluxo Escolar por Faixa Etária - Ibaté - SP199120002010% de 5 a 6 anosna escola% de 11 a 13anos nos anosfinais dofundamental oucom fundamentalcompleto% de 15 a 17anos comfundamentalcompleto% de 18 a 20anos com médiocompleto0255075100
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Fluxo Escolar por Faixa Etária - Ibaté - SP - 2010IbatéEstado: SPBrasil% de 5 a 6 anosna escola% de 11 a 13anos nos anosfinais dofundamental oucom fundamentalcompleto% de 15 a 17anos comfundamentalcompleto% de 18 a 20anos com médiocompleto20406080100
Fonte: Pnud, Ipea e FJP

Em 2010, 64,31% dos alunos entre 6 e 14 anos de Ibaté estavam cursando o ensino fundamental regular na série correta para a idade. Em 2000 eram 63,85% e, em 1991, 42,23%. Entre os jovens de 15 a 17 anos, 30,70% estavam cursando o ensino médio regular sem atraso. Em 2000 eram 30,49% e, em 1991, 11,11%. Entre os alunos de 18 a 24 anos, 8,80% estavam cursando o ensino superior em 2010, 3,18% em 2000 e 1,86% em 1991.

Nota-se que, em 2010 , 2,43% das crianças de 6 a 14 anos não frequentavam a escola, percentual que, entre os jovens de 15 a 17 anos atingia 19,73%.
Frequência escolar de 6 a 14 anos - Ibaté - SP - 2010Não frequenta (2,43%)Fundamental sem atraso(64,31%)Fundamental com um anode atraso (12,19%)Fundamental com dois anosde atraso (13,31%)No ensino médio (3,48%)Outros (4,29%)13.3%12.2%64.3%
Frequência escolar de 15 a 17 anos - Ibaté - SP - 2010Não frequenta (19,73%)No ensino médio sematraso (30,70%)No ensino médio com umano de atraso (7,56%)No ensino médio com doisanos de atraso (4,00%)Frequentando o fundamental(19,29%)Frequentando o cursosuperior (1,05%)Outros (17,67%)19,73%17,67%19,29%7,56%30,70%
Frequência escolar de 18 a 24 anos - Ibaté - SP - 2010Não frequenta (82,58%)Frequentando o cursosuperior (8,80%)Frequentando o fundamental(0,78%)Frequentando o ensinomédio (3,40%)Outros (4,44%)8,80%82,58%
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
População Adulta
A escolaridade da população adulta é importante indicador de acesso a conhecimento e também compõe o IDHM Educação.

Em 2010, 48,33% da população de 18 anos ou mais de idade tinha completado o ensino fundamental e 27,83% o ensino médio. Em São Paulo, 62,91% e 44,86% respectivamente. Esse indicador carrega uma grande inércia, em função do peso das gerações mais antigas e de menos escolaridade.

A taxa de analfabetismo da população de 18 anos ou mais diminuiu 11,69% nas últimas duas décadas.

ComfundamentalcompletoMédio completoSuperiorcompletoAnalfabetosOutros22.6%63.3%
11.4%10%12.4%62.7%
17.5%19.6%49.6%9.2%
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Anos Esperados de Estudo
Os anos esperados de estudo indicam o número de anos que a criança que inicia a vida escolar no ano de referência tende a completar. Em 2010, Ibaté tinha 9,72 anos esperados de estudo, em 2000 tinha 9,41 anos e em 1991 8,81 anos. Enquanto que São Paulo, tinha 10,33 anos esperados de estudo em 2010, 10,23 anos em 2000 e 9,68 anos em 1991.

Renda
A renda per capita média de Ibaté cresceu 44,47% nas últimas duas décadas, passando de R$382,63 em 1991 para R$479,61 em 2000 e R$552,79 em 2010. A taxa média anual de crescimento foi de 25,35% no primeiro período e 15,26% no segundo. A extrema pobreza (medida pela proporção de pessoas com renda domiciliar per capita inferior a R$ 70,00, em reais de agosto de 2010) passou de 1,77% em 1991 para 1,01% em 2000 e para 0,89% em 2010.

A desigualdade se manteve: o Índice de Gini passou de 0,37 em 1991 para 0,44 em 2000 e para 0,37 em 2010.

O que é Índice de Gini?
É um instrumento usado para medir
o grau de concentração de renda.
Ele aponta a diferença entre os
rendimentos dos mais pobres e dos
mais ricos. Numericamente, varia
de 0 a 1, sendo que 0 representa
a situação de total igualdade, ou seja,
todos têm a mesma renda, e o valor
1 significa completa desigualdade
de renda, ou seja, se uma só pessoa
detém toda a renda do lugar.
Renda, Pobreza e Desigualdade - Ibaté - SP
199120002010
Renda per capita382,63479,61552,79
% de extremamente pobres
1,771,010,89
% de pobres
10,8111,905,05
Índice de Gini0,370,440,37
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Porcentagem da Renda Apropriada por Estratos da População - Ibaté - SP
199120002010
20% mais pobres
6,825,336,24
40% mais pobres
18,2415,0817,57
60% mais pobres
34,0129,2134,20
80% mais pobres
55,8150,2156,69
20% mais ricos
44,1949,7943,31
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Trabalho

Taxa de Atividade e de Desocupação 18 anos ou mais - 2010
35.1%64.9%
DesocupadosOcupados2010


Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Entre 2000 e 2010, a taxa de atividade da população de 18 anos ou mais (ou seja, o percentual dessa população que era economicamente ativa) passou de 63,73% em 2000 para 64,92% em 2010. Ao mesmo tempo, sua taxa de desocupação (ou seja, o percentual da população economicamente ativa que estava desocupada) passou de 9,29% em 2000 para 7,79% em 2010.
Ocupação da população de 18 anos ou mais - Ibaté - SP
20002010
Taxa de atividade - 18 anos ou mais63,7364,92
Taxa de desocupação - 18 anos ou mais9,297,79
Grau de formalização dos ocupados - 18 anos ou mais73,3578,84
Nível educacional dos ocupados
% dos ocupados com fundamental completo - 18 anos ou mais38,4257,11
% dos ocupados com médio completo - 18 anos ou mais22,8634,93
Rendimento médio
% dos ocupados com rendimento de até 1 s.m. - 18 anos ou mais23,9312,77
% dos ocupados com rendimento de até 2 s.m. - 18 anos ou mais76,8472,62
Fonte: Pnud, Ipea e FJP
Em 2010, das pessoas ocupadas na faixa etária de 18 anos ou mais, 13,66% trabalhavam no setor agropecuário, 0,00% na indústria extrativa, 22,43% na indústria de transformação, 8,54% no setor de construção, 0,62% nos setores de utilidade pública, 11,59% no comércio e 32,05% no setor de serviços.

Habitação
Indicadores de Habitação - Ibaté - SP
199120002010
% da população em domicílios com água encanada94,1399,5299,74
% da população em domicílios com energia elétrica99,7699,4999,73
% da população em domicílios com coleta de lixo *Somente para população urbana99,3799,04100,00
Fonte: Pnud, Ipea e FJP

Vulnerabilidade social
Vulnerabilidade Social - Ibaté - SP
Crianças e Jovens199120002010
Mortalidade infantil27,9620,8016,60
% de crianças de 4 a 5 anos fora da escola-75,2017,17
% de crianças de 6 a 14 anos fora da escola19,782,832,43
% de pessoas de 15 a 24 anos que não estudam nem trabalham e são vulneráveis à pobreza
-11,549,36
% de mulheres de 10 a 14 anos que tiveram filhos0,000,670,00
% de mulheres de 15 a 17 anos que tiveram filhos16,9615,615,46
Taxa de atividade - 10 a 14 anos-5,105,47
Família
% de mães chefes de família sem fundamental completo e com filhos menores de 15 anos12,1315,7019,09
% de pessoas em domicílios vulneráveis à pobreza e dependentes de idosos1,911,071,66
% de crianças extremamente pobres
2,251,661,76
Trabalho e Renda
% de vulneráveis à pobreza
38,9634,5821,12
% de pessoas de 18 anos ou mais sem fundamental completo e em ocupação informal-45,2833,24
Condição de Moradia
% de pessoas em domicílios com abastecimento de água e esgotamento sanitário inadequados0,060,000,17
Fonte: http://www.pnud.org.br/

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